Uma primeira conversa
Sem compromisso de continuar. Uma sessão, presencial ou online, pra você contar o que está vivendo do seu jeito, no seu tempo. No final, a gente decide junto se faz sentido seguir.
CRP 02/33568
Atendimento em Logoterapia para mulheres que viveram os últimos trinta anos cuidando de todo mundo, e que agora querem usar os próximos para se reencontrar.
Você arruma a casa. Prepara o almoço como sempre soube fazer. Resolve o que precisa ser resolvido. De fora, continua sendo a mulher que dá conta.
Mas tem um tipo de silêncio que chegou nos últimos anos e que você ainda não contou pra ninguém. É o silêncio de quando a casa fica vazia. De quando os filhos ligam menos. De quando sobra tempo e você não sabe muito bem o que fazer com ele — porque faz muito tempo que o seu tempo é dos outros.
E aí vem uma pergunta que você tenta empurrar pra semana que vem: “e eu, quem sou agora?”
Aqui, você não vai encontrar receita pronta nem motivação rasa. Vai encontrar escuta sem pressa e um tipo de trabalho que devolve a mulher para si mesma.
Sem promessa de cura, sem discurso pronto. Só uns minutos pra você sentir se a minha forma de escutar combina com o que você está procurando.
Se algo aí dentro reconheceu o que eu disse, provavelmente já é hora.
Quero começar a me reencontrar → Uma primeira conversa, presencial ou online, sem compromisso de continuar.Sete frases que mulheres acima de 50 me dizem antes mesmo de saber o que querem nomear.
Se mais de três dessas frases te pararam, você está no lugar certo.
Agendar atendimento agora →O ser humano não adoece só de tristeza. Adoece também de falta de sentido.
— Viktor Frankl
Logoterapia é uma abordagem da psicologia criada pelo psiquiatra austríaco Viktor Frankl. E ela parte de uma ideia que talvez explique por que tanta coisa que você já tentou não resolveu.
Quando uma mulher que passou décadas sendo necessária começa a se sentir esvaziada, a resposta mais comum é: “tome um remédio”, “faça pilates”, “viaje”, “distraia-se”. Isso às vezes ajuda. Mas raramente resolve — porque o problema não é distração. É uma pergunta de fundo que está esperando resposta.
A Logoterapia não vai escavar o seu passado em busca de um trauma escondido. Também não vai te dar manual de autoajuda. Ela vai te ajudar a responder uma pergunta bem mais antiga e bem mais sua:
Para que eu estou aqui agora, nessa fase da minha vida?
Aqui, mágica não existe. Existe construção de sentido.
É um processo humano, não um protocolo. Quatro passos simples — combinados entre nós, nunca impostos.
Sem compromisso de continuar. Uma sessão, presencial ou online, pra você contar o que está vivendo do seu jeito, no seu tempo. No final, a gente decide junto se faz sentido seguir.
Cinquenta minutos, uma vez por semana (ou a cada quinze dias). Plataforma segura. Você não precisa sair de casa, explicar pra ninguém pra onde está indo, nem arrumar o cabelo.
Eu não vou te dizer quem você deve ser. Não acredito nisso. Vou caminhar junto até você voltar a saber — e até ter coragem de colocar isso na sua vida prática.
Tem gente que fica alguns meses. Tem gente que fica mais. É uma conversa honesta que a gente vai tendo pelo caminho, não uma sentença que eu dou na primeira sessão.
Independentemente do ritmo escolhido, o processo terapêutico é conduzido com seriedade, ética e foco em mudanças reais — respeitando seu tempo, sua história e seus objetivos.
A psicoterapia é um processo construído ao longo do tempo. Aqui, relatos de mulheres que encontraram clareza, fortalecimento interno e novas formas de se relacionar — respeitando seus limites, sua história e seu ritmo.
Passando pra compartilhar com vocês um pouco do meu processo terapêutico. No início, eu era a que tinha que estar sempre bem pra segurar quase todo o peso familiar sozinha. Embora casada e trabalhando, eu cuidava da casa da minha mãe — que é saudável e ainda tem outras filhas —, do meu filho adolescente, do meu marido que vivia em um luto patológico, e ainda me esticava pra cuidar de pais idosos de amigas em hospitais.
Por saber cozinhar bem, vivia com a casa cheia de familiares querendo comer. O desrespeito era tanto que iam embora sem nem me ajudar com a louça. Mesmo sobrecarregada, aguentei calada pra evitar conflitos. Não expressava meus desejos e opiniões pra não incomodar. Tudo isso me custou caro: fiquei exausta emocionalmente e, como fonte de prazer, buscava a comida. Engordei 20 kg.
Foi aí que iniciei a terapia com a doutora Rejane. Pra mim, foi libertador. Aprendi que não podia mudar o outro, mas podia mudar a mim mesma e não permitir os desrespeitos. Que posso e devo expressar minhas opiniões e desejos, mesmo que vá desagradar. Que tenho que caminhar ao lado dos meus afetos, em vez de permitir que eles me façam de âncora. Aprendi a pôr limites. A dizer não sem me torturar depois. A não seguir com pessoas que só querem tirar proveito do que tenho a oferecer.
O resultado? Pra quem gostava da minha versão “mulher maravilha” e da “boazinha”, agora sou louca, insuportável, chata e blá, blá, blá... Mas tudo bem. Sigo bem mais leve, com uma paz mental inegociável, me priorizando e acreditando que sou capaz. Os problemas sumiram? Não. Mas hoje lido com eles de forma mais consciente e equilibrada.
Doutora Rejane, muito obrigada — sem palavras pra descrever o quanto a ajuda que recebi de você impactou positivamente a minha vida. Que inúmeras outras pessoas usufruam dos benefícios da sua ajuda psicológica. E acreditem: faz toda a diferença em nossas vidas. ♥
Passei mais ou menos 8 meses com a Rejane. O atendimento psicológico com ela foi ótimo, leve e muito proveitoso. Consegui, com a sua ajuda, resolver meus problemas e me reencontrar ao longo do tratamento.
Super indico.
Sou Rejane Arruda, psicóloga clínica e especialista em Logoterapia. Atendo, presencial e online, de forma exclusiva, mulheres que chegaram num momento da vida em que cuidar dos outros deixou de bastar.
Não trabalho com receita pronta, nem com motivação de autoajuda — acredito em conversa adulta, escuta sem pressa e num tipo de trabalho que devolve a mulher para si mesma.
Meu trabalho é te ajudar a entender por que isso acontece — e, principalmente, como sair desse padrão de forma consciente e consistente.
Se você está lendo isso até aqui, provavelmente a gente tem o que conversar.
“Isso é frescura. Minha geração não foi criada pra fazer terapia.”
Eu entendo. A geração das suas mães não tinha espaço pra isso, e a sua também não teve — porque ninguém perguntou pra vocês como vocês estavam. Mas “frescura” é geralmente o que a gente chama de coragem quando não sabe o nome ainda. Você não precisa chamar isso de terapia se não quiser. Chame de conversa, então. Mas uma conversa boa, séria, com uma pessoa formada pra te ajudar a pensar.
“Já passou da hora pra mim.”
Essa é a frase que mais escuto. Viktor Frankl, que criou a Logoterapia, escreveu os livros mais importantes dele depois dos cinquenta — e dizia uma coisa que guardo até hoje: nunca é tarde demais pra alguém que ainda tem uma pergunta. Se você ainda está se perguntando, é sinal de que não passou da hora de nada.
“Não saberia nem por onde começar a falar de mim.”
Você não precisa. Esse é o meu trabalho. A minha parte é fazer as perguntas certas e criar um espaço onde as suas respostas, mesmo as que você ainda não tem, possam ir aparecendo no seu ritmo. Você não precisa chegar sabendo.
Se algo em você sente que é hora de cuidar da sua vida emocional, estou aqui para te acompanhar nesse processo com seriedade, acolhimento e respeito ao seu tempo.
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Uma sessão de acolhimento, presencial ou online, sem compromisso de continuar. Eu retorno em até 48 horas com horários disponíveis.
No Instagram eu compartilho reflexões sobre Logoterapia, as dores do corpo e do existir, e um pouco do caminho de quem decidiu se reencontrar. Me segue por lá — sem compromisso, no seu tempo.
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